sábado, 11 de julho de 2009

Mobilização de Militares de Sergipe garante REAJUSTE SALARIAL



A nossa associação dos oficiais da PM/BM de Minas Gerais parabeniza os militares estaduais do Estado de Sergipe que se mobilizaram e conseguiram êxito no sentido de que o governo daquele estado reconhecesse a importância das instituições militares e melhorasse um pouco o salário daqueles valorosos milicianos.

Parabéns ao nosso amigo ao noso amigo Cap. Samuel, presidente da Associação dos Oficiais do Estado de Sergipe, e aos presidentes das Associações dos Praças. Trabalharam em conjunto, não sucumbiram perante as pressões decorrentes, e conseguiram manter os militares estaduais unidos em torno do objetico traçado.

Eis a declaração do Governador Marcelo Deda: " Se consideramos que estamos em um momento econômico e que a inflação acumulada neste período dificilmente passará de 10%, serão ganhos reais próximos a 90%. Isso sem falar do reajuste dado em 2008. Se contarmos com eles, nós teremos em 03 anos, um reajuste de mais de 150%. Não tenho dúvida que é a melhor remuneração do Nordeste", lembrou Marcelo Déda.

Nota-se que até o governador ficou orgulhoso em atender o pleito dos militares. Obviamente, depois de muita insistência, conforme acompanhamos.

NOVA TABELA SALARIAL DOS MILITARES ESTADUAIS DO ESTADO DE SERGIPE
Anunciada na data de 29/06/2009.

  • Coronel - R$9.539,71 (soldo) + periculosidade = R$12.401,62
  • Ten. Cel - R$8.295,40 (soldo) + periculosidade = R$10.784,02
  • Major - R$7.604,12 (soldo) + periculosidade = R$9.885,35
  • Capitão - R$6.615,15 (soldo) + periculosidade = R$8.599,70
  • 1º Ten - R$5.512,63 (soldo) + periculosidade = R$7.166,41
  • 2º Ten - R$4.410,10 (soldo) + periculosidade = R$5.733,13
  • Asp Oficial - R$4,240,48 (soldo) + periculosidade = R$5.512,63
  • Subtenente - R$3.687,37 (soldo) + periculosidade = R$4.793,59
  • 1º Sgt - R$3.511,79 (soldo) + periculosidade = R$4.566,32
  • 2º Sgt - R$3.080,51 (soldo) + periculosidade = R$4.004,67
  • 3º Sgt - R$2.702,21 (soldo) + periculosidade = R$3.512,87
  • Cabo - R$2.456,55 (soldo) + periculosidade = R$3.193,52
  • Sd 1º Classe - R$2.317,50 (soldo) + periculosidade = R$3.012,75
  • Sd engajado - R$2.250,00 (soldo) + periculosidade = R$2925,00
  • Sd não engajado - R$1.875,00 (soldo) + periculosidade = R$2.437,50
Fonte: http://www.nenoticias.com.br/lery.php?var=1246306946

Também temos acompanhado outras necessárias buscas de melhor reconhecimento salarial, sobretudo, dos militares do Estado da Bahia, encabeçada pelo nosso amigo Maj. Corrêa e pelos presidentes das Associações dos Praças; e no Estado de Alagoas tendo à frente nosso amigo Major Fragoso, presidente da AOPM, e presidente das Associações dos Praças.

Aqui em Minas, a partir de Setembro de 2009, quando vence a última parcela de nossos reajustestemos, como nossos amigos citados, que nos atentar para negociações salariais. Esperamos que o governo do Estado tenha a iniciativa de nos valorizar da forma como merecemos.

É importante, caso necessário, que estejamos todos juntos na busca de nossos objetivos.

A Associação é nossa... estamos juntos...

Belo Horizonte, 01 de julho de 2009.

Nelson Henrique Pires - 1º Ten PM
Presidente da AOPMBM

PM ignora LC 95 e exclui desertores

Em um ato de desrespeito a lei, uma vez que ela não pode retroagir para prejudicar, a PM vem excluindo os militares que desertaram antes da promulgação da Lei. O correto seria que os militares que desertaram antes da lei sejam punidos conforme as regras anteriores, e nao excluídos. E aqueles que desertarem depois da Lei sejam punidos conforme a nova lei. INFELIZMENTE NA PM A LEI ESTÁ RETROAGINDO PARA PREJUDICAR, CONTRARIANDO TODOS OS PRECEITOS CONSTITUCIONAIS. Cerca de 300 militares estão prontos a se apresentar, mas temem a perseguição que o Comando vem fazendo a estes policiais.

Essa informação foi publicada e resolvi pesquisar a respeito. Achei algumas notícias interessantes que segue abaixo.

Para maiores informações a respeito olhem o post abaixo.

Militares questionam demissões por deserção um Uberlândia-MG.

Fonte: Cabo Julio

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Militares questionam demissões por deserção em Uberlândia


Achei interessante essa matéria publicada no ano passado que tem relação com o post acima.

Militares questionam demissões por deserção em Uberlândia

A decisão da Polícia Militar (PM) de demitir alguns militares de Uberlândia devido ao crime de deserção cometido antes da vigência da Lei Complementar 95, de 2007, que tipificou a conduta como crime, foi questionada nesta quinta-feira (4/12/08) pelo presidente da Associação dos Praças, Luiz Gonzaga Ribeiro. Ele participou de audiência da Comissão de Segurança Pública da Assembléia Legislativa de Minas Gerais e solicitou uniformidade nas decisões do comando-geral da corporação, já que casos semelhantes não resultaram em demissão. O diretor de Recursos Humanos da PM, coronel Dâmocles Freire Júnior, explicou as decisões tomadas, mas afirmou que irá encaminhar as considerações ao comando-geral.

Nesse sentido, foram aprovados dois requerimentos do presidente da comissão, deputado Sargento Rodrigues (PDT), para a realização de reunião com o Comando-Geral da PM para tratar da situação dos militares demitidos e também que seja enviado ofício para que a PM uniformize as decisões tomadas sobre o assunto. Sargento Rodrigues, que pediu a realização da reunião, explicou que a Lei Complementar 95 alterou a Lei 5.301, de 1969, com o objetivo de tipificar a deserção como crime militar.

Segundo ele, na época em que o projeto que originou a lei complementar tramitou na ALMG, a PM explicou que o objetivo era inibir o grande número de deserções que estariam acontecendo. O deputado afirmou que, na ocasião, o comando da corporação garantiu que os militares que tivessem desertado antes que a futura lei complementar entrasse em vigência teriam a oportunidade de retornar à instituição. Eles cumpririam pena, mas não seriam demitidos.

Entretanto, Sargento Rodrigues disse que, especialmente em Uberlândia, esse acordo não foi cumprido e cerca de 10 militares teriam sido punidos com demissão. Ele explicou que, nos processos em que os militares foram demitidos, a PM utilizou como fundamentação uma instrução normativa da Corregedoria, que, segundo ele, não poderia ser utilizada porque não possui força de lei. O presidente da Associação dos Praças, Luiz Gonzaga Ribeiro, também considerou que as demissões não poderiam ter acontecido, já que a deserção aconteceu antes da vigência da lei complementar.

Abandono - O coronel Dâmocles Freire Júnior explicou que a deserção deve ser considerada como um abandono de serviço. Segundo ele, a tipificação do crime foi solicitada pela PM porque era necessário resolver a situação dos militares que estavam há muito tempo sem trabalhar. "Nossa preocupação é com o interesse público, já que esses militares fizeram um treinamento e já estavam até mesmo há mais de 10 anos sem trabalhar pela instituição", considerou.

Ele explicou que os acusados de deserção passam por um processo administrativo e têm a oportunidade de se defender. Dâmocles Freire Júnior afirmou que as partes interessadas podem requerer a revisão das decisões tomadas pela PM, mas que, para tanto, é necessário que seja comprovada alguma ilegalidade no processo ou que surja algum fato novo.

Militares pedem uniformidade nas decisões.

Luiz Gonzaga Ribeiro cobrou uniformidade nas decisões do comando da PM. "Pedimos que não existam diferenças entre as decisões tomadas", afirmou. De acordo com Sargento Rodrigues, em vários casos semelhantes acontecidos em Governador Valadares, os militares não foram demitidos e tiveram seus processos arquivados. "O que nós ficamos sabendo é que em Uberlândia, mesmo antes de instaurado o processo administrativo, o comando regional da PM já havia ameaçado os militares com a demissão", destacou.

O coronel Dâmocles Freire Júnior explicou que cada caso é analisado separadamente pela PM e por isso existem casos em que os policiais são demitidos e casos em que os processos são arquivados. "Cada caso possui um histórico, que é levado em consideração na tomada de decisão", afirmou. Entretanto, ele considerou que é possível estabelecer uma uniformidade nas decisões e prometeu levar essa solicitação ao Comando-Geral.

O representante da Advocacia-Geral do Estado, procurador Eduardo de Matos Paixão, considerou que a princípio a PM parece ter respeitado a legalidade nas decisões, mas considerou que a Advocacia-Geral está à disposição para contribuir com a análise dos casos. O deputado Ivair Nogueira (PMDB) considerou que a PM já fez muitos avanços na análise das condutas dos militares, mas ainda há pontos que devem ser modificados.

Requerimentos - Foram aprovados ainda outros quatro requerimentos na reunião. Um deles, do deputado Sargento Rodrigues, é para a realização de audiência pública para debater o Projeto de Lei (PL) 2.921/08, do governador, que cria o Fundo de Apoio Habitacional aos Militares. Outro, do deputado Délio Malheiros (PV), é para a realização de audiência pública para debater a falta de unidades e de profissionais do Corpo de Bombeiros em vários municípios. Os outros dois requerimentos são do deputado Sargento Rodrigues e pedem: que seja encaminhado voto de congratulações ao tenente Luiz Henrique Silva Rosário pelos serviços prestados; e a inclusão de três convidados em visita já aprovada aos estabelecimentos de desmanche em Belo Horizonte.

Presenças - Deputados Sargento Rodrigues (PDT), presidente; Adalclever Lopes (PMDB), Ivair Nogueira (PMDB), Antônio Júlio (PMDB) e Antônio Carlos Arantes (PSC). Também participaram da reunião a procuradora Ana Paula Araújo Ribeiro Diniz, o tenente-coronel Sérgio Augusto Veloso e o major Isaac Martins da Silva.

Fonte: Farolcomunitario.com

sábado, 20 de junho de 2009

Rumores sobre um novo aumento no Soldo

Correm boatos de que o Governo irá dar 40% de aumento no nosso soldo, e que o prêmio de produtividade sairia de vez, tudo isso para o próximo ano.

É aquela coisa, só acredito quando o aumento vier para nós. Outra coisa que pode estar acontecendo se esses rumores estiverem certos, pode ser por causa da briga em BH do pessoal que requeriu o ADICIONAL NOTURNO e que ganharam.

Governo deve estar um pouco receoso, quem não saberia dizer se alguns militares estariam colaborando para um novo pedido como: Adicional Noturno, Adicional de Periculosidade... e quem sabe outros direitos assegurados na Constituição Federal que não recebemos.

É ver para crer...

Andamento da PEC 300

Representantes dos Policiais Militares e do Corpo de Bombeiros na Câmara Federal estão pressionando a Casa para a nomeação dos membros da Comissão Especial destinada a proferir parecer à PEC 300.

A Proposta de Emenda à Constituição nº 300-A, de 2008, do Sr. Arnaldo Faria de Sá, "altera a redação do § 9º, do artigo 144 da Constituição Federal" que estabelece que a remuneração dos Policiais Militares dos estados não poderá ser inferior à da Polícia Militar do Distrito Federal, aplicando-se também aos integrantes do Corpo de Bombeiros Militar e aos inativos).

Atualmente o salário inicial dos policias do Distrito Federal gira em torno de 4.100,00.

Em Minas Gerais o salário inicial de um policial é de 1.700,00

CABO JÚLIO apóia a proposta e vem acompanhando os trâmites do processo da PEC 300/2008.
Fonte Salarial MG: ASPRA

Temos mais é que pressionar o Governo para que isso aconteça. Unidos sempre venceremos.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Seria o Gov. José Serra contrário a PEC 300?

Ajudem a repassar estas informações:
A TODOS OS POLICIAIS QUE TIVEREM CONTATO: O DEP. OLÍMPIO GOMES - PV.

Sr. Presidente, Sras.Deputadas, Srs. Deputados, funcionários desta Casa,cidadãos que nos acompanham pela TV Assembléia, cidadãos que nos visitam hoje, sejam bem-vindos.
Volto à tribuna para bater na velha tecla dos salários dos policiais. Fica parecendo samba de uma nota só, mas o desespero e a desconsideração a que são submetidos os policiais obrigam-me, insistentemente, a vir a esta tribuna para lembrar não só aos nossos parlamentares, mas ao Governador, insensível e perseguidor da polícia. Quando há uma luz no fundo do túnel, muitas vezes, o Governador substitui essa luz pela luz de um trem, para cima dos policiais. Eu me dirijo a toda família policial e a toda comunidade porque o Deputado Arnaldo Faria de Sá apresentou a PEC nº 300, que estabelece uma equiparação dos salários dos policiais militares brasileiros, de todos os 26 estados, com os da Polícia Militar do Distrito Federal. Hoje um soldado de polícia no Estado de São Paulo ganha dois mil reais; em Brasília, ganha 5,6 mil reais. E a União arcará com a diferença. Logicamente, como temos a Lei 731 no Estado de São Paulo, de equivalência salarial dos policiais civis e militares, o benefício será estendido também aos policiais civis. É um projeto de emenda constitucional e poderia dizer da impropriedade de vinculação de um estado a outro, mas o projeto foi tão bem formulado que os 68 deputados da Câmara votaram unanimemente para assegurar a constitucionalidade.
Sou agora pego de surpresa porque já temos um abaixo assinado eletrônico realizado pelos policiais militares, em todo o País, com 2,3 milhões de assinaturas, e um aceno positivo do Governo Federal. Um representante de uma regional da Associação de Cabos e Soldados diz textualmente que o Governador José Serra proibiu a entidade de se envolver em qualquer manifestação salarial, seja em âmbito estadual ou mesmo de apoio à PEC 300, sob a penalização de se suspender, dos holerites dos policiais militares, a cobrança da mensalidade e outros descontos, o que levaria a entidade à falência em pouco tempo. Ainda afirmou que o Governador não deseja ver aprovada a PEC 300. Vejam o ranço e o preconceito do Governador José Serra para com os policiais.. Ele não deseja ver aprovada a PEC 300, não pela falta de recursos, e sim para que ! não sirva de propaganda política durante a eleição presidencial. A União está dizendo ?vou arcar com a diferença para que os soldados policiais militares paulistas tenham um salário mais digno e por consequência a extensão aos policiais civis.? O Governador está preocupado que isso vai ser utilizado pelo Presidente Lula como um mote de campanha presidencial - dar dignidade aos policiais brasileiros. Está ameaçando retirar o código de desconto das entidades que apoiarem a PEC. O Estado de São Paulo não põe um centavo no bolso para compensação disso, como nenhum estado põe. Quem vai arcar é a União. E ele vê nisso que vai se criar uma legião de quase um milhão de policiais brasileiros, fazendo propaganda política a quem o Presidente Lula indicar. Quem dera fôssemos compensados com dignidade, e o Governador está preocupado com a sua eleição, e não com a dignidade da família policial brasileira. Como a nossa TV Assembléia só alcança o Estado de São Paulo, peço aos meus irmãos, policiais militares, que mandem para todas as entidades em todo o País: José Serra é contrário à dignidade da família policial brasileira. Ele está preocupado com as próximas eleições e não com salário digno aos policiais. E peço a todos os policiais militares: se as entidades estarão amordaçadas por esse tipo de ameaça, nós não vamos nos calar. Vamos apoiar o Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados, que nesse momento, está sequiosa de votar a PEC 300, e vamos continuar o movimento em todo o País pela dignidade salarial dos policiais militares que, por extensão, será dado aos policiais civis. O Governador não tem o direito de colocar seus anseios pessoais, a sua expectativa tirânica e imperial de conquista de poder e deixar achincalhados e na humilhação todos os policiais brasileiros, porque essa lei é um projeto de emenda constitucional que acaba dando dignidade à família policial brasileira. Voltarei a falar desse déspota, chamado imperador José Serra.

Muito obrigado.

Sexta-feira, 8 de maio de 2009

Diário Oficial Poder Legislativo São Paulo, 119 (84) ?folha 15

sábado, 6 de junho de 2009

PEC garante adicional noturno para policiais e bombeiros

Vicentinho argumenta que o período noturno é o horário mais difícil da atividade policial. A Câmara analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 339/09, do deputado Vicentinho (PT-SP), que assegura o direito ao adicional noturno para policiais militares, bombeiros militares e integrantes dos órgãos de segurança pública. Vicentinho lembra que o atual texto constitucional garante esse benefício a todos os trabalhadores rurais e urbanos e servidores públicos, exceto para policiais militares, bombeiros militares e integrantes dos órgãos de segurança pública. A proposta do parlamentar torna expresso esse direito na Constituição. Policiais civisEm relação aos integrantes dos órgãos de segurança pública civis (Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Ferroviária Federal e polícias civis), o deputado explica que, apesar de a Constituição garantir o direito ao adicional noturno, ainda há obstáculos para o efetivo pagamento do benefício. "As alterações são necessárias para pacificar as discussões e possibilitar que todo profissional da segurança pública receba a justa remuneração pelo seu sacrifício de trabalhar nos horários mais difíceis para a atividade.
link - http://www.delegados.org/noticia_29mai09_geral_pec_noturno_policiais.html

Engraçado para eles podem pagar, para nós Policiais Militares não. Outra coisa engraçada, o grosso do serviço quem faz somos nós. Cada coisa que acontece hoje em dia. Claro que não desmerecendo a função de cada órgão de segurança pública, mas porque de não incluir a Polícia Militar nessa. É muita sacanagem... correr atrás do prejuízo gente.

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